quinta-feira, 29 de maio de 2014


Renamo ameaça com novos ataques
A Renamo voltou, ontem, a acusar o governo de estar a preparar um ataque a Gorongosa, para assassinar o seu líder, Afonso Dhlakama. De acordo com o porta-voz do partido, António Muchanga, para além das movimentações que estão a ser levadas a cabo pelas Forças de Defesa e Segurança (FDS) no local  onde Afonso Dhlakama se recenseou, no dia 17 do presente mês, realizou-se uma reunião no Estado-Maior General, em Maputo, com a intenção de organizar o referido ataque, que foi designado “assalto final”. Muchanga alerta, por isso, que está iminente o regresso aos confrontos militares, vinte dias depois  do anúncio do cessar-fogo unilateral feito pelo líder do seu partido. Leia

Juristas espantados com posicionamento de Daviz Simango
O bastonário da Ordem dos Advogados, Tomás Timbane, considera que o pedido de desculpas de Daviz Simango relativamente à aprovação da lei que concede regalias aos deputados e ao Presidente da República revela falta de organização e atenção desta formação política na tomada de decisão sobre um assunto sério como este. Leia

Guebuza elogia desenvolvimento de Gaza
O Presidente da República, Armando Guebuza, elogiou, ontem, a situação económica e política da província de Gaza, reconhecendo, porém, a prevalência de alguns constrangimentos, com destaque para a gestão das águas do rio Limpopo, que, ciclicamente, tem provocado estragos em consequência das cheias. Falando, hoje quarta-feira, em conferência de imprensa que marcou o fim da sua visita de trabalho à província de Gaza, Guebuza apontou o sector da agricultura como o que mais regista  uma evolução no seu desempenho. Leia

Chega de discriminação à mulher
A PRESIDENTE da Assembleia da República (AR), Verónica Macamo, reiterou ontem, em Maputo, a necessidade urgente de se rever a Lei das Sucessões, um dispositivo legal que agora se mostra ultrapassado relativamente à observância dos direitos da mulher. “Não podemos continuar a permitir que as mulheres continuem a ser discriminadas”, sublinhou a líder parlamentar, para quem a maioria do povo moçambicana dá primazia ao casamento religioso em detrimento do civil, prejudicando sobremaneira a mulher e os filhos em caso de morte do esposo. Leia